
3, ago — 2003
Les pieds dans la terre
- CAHIERS DU CINÉMA
“Há uma promessa concreta de renovação, de uma palpitação inédita no cinema brasileiro desde Glauber Rocha. (…) No calor do momento, nada resta além de fragmentos arrancados de um magma visual. Mas logo o caos se organiza, o filme se dá em toda a sua riqueza como um poema bárbaro à beira da alucinação, de uma potência extraordinária. (…) Nunca, entretanto, seu retorno aos mitos fundadores encobre ou acelera a predominância de sensações. Se o filme possui uma tal força encantadora, é porque Luiz Fernando Carvalho sabe que tudo começa lá, nesta primeira maneira de nascer no mundo, de se deixar arrebatar por ele, de degustar cada momento inesperado”.
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1, out — 2006
Trois renaissances – Brève histoire du cinéma brésilien
- Suplément Cahiers du Cinéma

25, jun — 2003
A La izquierda del padre
- Tiempo Libre
“Con relación A La Izquierda de Padre se ha hablado de La Tierra Tiembla, de Luchino Visconti, de la vanguardia soviética de los años veinte, de Manoel de Oliveira (por la teatralidad de sus monologos), de Andrei Tarkovski (por su recuperación de un tiempo sagrado, espiritual), de Alexander Sokurov. En todos los casos y más allá de la mayor o menor pertinencia de las comparaciones, es claro que todas ellas reconocen en la opera prima de Luiz Fernando Carvalho a un autor excepcional.”

22, jun — 2003
A La izquierda del padre
- Periodico La Jornada
13, out — 2016
“A primeira obra-prima do cinema brasileiro do século 21.”
- O Estado de S.Paulo
“A harmonia entre interpretações, fotografia e música – só quebrada, a meu ver, na cena hiperbólica da capela e, em menor grau, na parábola do faminto – confirma o lugar de Luiz Fernando Carvalho entre os maiores criadores do audiovisual contemporâneo. Sem meias-palavras, nunca é demais repetir que Lavoura Arcaica é uma obra-prima do cinema.”
Leia Mais6, jul — 2003
A la Gauche du Père – 5
- ChronicArt
“On peut aisément voir dans cette grande fresque charnelle la plus belle découverte du cinéma brésilien depuis Glauber Rocha, au moins parce que Luiz Fernando Carvalho partage avec le réalisateur de Antonio das mortes un goût pour la puissance du lyrisme. La comparaison entre les deux cinéastes ne va toutefois pas au-delà de la présence commune, chez eux, d’un souffle quasi surnaturel. Le lyrisme de Rocha est de l’ordre de la fulgurance rêche tandis qu’A la gauche du père baigne dans une fièvre plus humide. Mais la même envie de transcender un territoire (…), pour en découdre avec l’universel (…) traverse leurs œuvres respectives avec une force incantatoire inouïe.”
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