-
  • Águas Cristalinas - Tim Rescala
  • O Poder - Tim Rescala
  • Encantamento - Tim Rescala
  • Santo E Maria Teresa - Tim Rescala
  • Abenção - Tim Rescala
  • Esperança E Luta - Tim Rescala
  • Oração De São Francisco (Bônus Track) - Tim Rescala
  • Tropicália - Caetano Veloso
  • Veja Margarida - Janeci
  • Como 2 E 2 - Gal Costa
  • Triste Bahia - Caetano Veloso
  • Senhor Cidadão - Tom Zé - Augusto De Campos
  • Mortal Loucura - Maria Bethânia
  • Réquiem para Matraga - Geraldo Vandré
  • Moça Bonita - Alceu Valença
  • Metamorfose Ambulante - Raul Seixas
  • Meu Primeiro Amor (Lejania) - Maria Bethânia

Teaser

Velho Chico (2016)

Sinopse

Uma saga familiar shakespeareana que conta uma história de amor proibido marcado pela crítica social. Por ordem da mãe, a matriarca Encarnação, o jovem e libertário estudante universitário Afrânio é obrigado a deixa para trás a cidade de Salvador e seu grande amor, a cantora Iolanda, para voltar à fazenda da família e assumir o comando da região e dos negócios após a morte do pai, o poderoso e implacável Coronel Jacinto Sá Ribeiro.

A história, dividida em três fases, começa na década de 60 e se passa na fictícia cidade de Grotas, situada na Bahia, às margens do rio São Francisco, conhecido como Velho Chico. O grande inimigo do coronelismo praticado pela família Sá Ribeiro é o Capitão Ernesto Rosa, homem justo e correto, que tem como amigo e aliado o retirante Belmiro, pai de Bento e Santo

No final da década de 80, começa a segunda fase da trama, que marca o amor proibido de Santo, o filho do retirante, e Maria Tereza, a filha do coronel Saruê (Afrânio). O romance inaceitável para as duas famílias inimigas provoca um destino trágico e a separação do jovem casal.

Na terceira fase, a trama salta para o ano de 2016. Afrânio, agora Coronel Saruê, deixa os sonhos do jovem estudante definitivamente para trás e assume a mesma postura implacável e coronelista do pai. Casado com Iolanda, o amor da juventude, ele enfrenta filhos e netos, que defendem uma postura nos negócios mais humanista e sustentável, e sente seu monopólio ameaçado por Santo, o herdeiro de seus inimigos que se tornou um líder na região, com propostas progressistas e respeito ao meio ambiente.

Processo Criativo

Sketchbooks

Vídeos

Trilha Sonora

Velho Chico - Música Original de Tim Rescala

As músicas que compuseram a trilha sonora da novela foram reunidas em três volumes: Velho Chico – Volume 1; Velho Chico – Volume 2; e Velho Chico – Música Original de Tim Rescala.

A brasilidade é o elemento fundamental da trilha sonora de Velho Chico, que retrata as raízes do país. Na abertura, uma nova gravação de Tropicália, de Caetano Veloso. A curadoria musical da novela foi feita pelo diretor Luiz Fernando Carvalho e a música original, assinada pelo maestro Tim Rescala. O ponto alto é o diálogo entre artistas de diferentes gerações – como Marcelo Jeneci (Veja (Margarida) e Céu (Perfume do Invisível) e Maria Bethânia (Mortal Loucura e Meu Primeiro Amor) e Tom Zé (Senho Cidadão e Dor e Dor) – com o grande cancioneiro nacional, como Chico Cesar em Serenata, somados ao rock brasileiro de Raul Seixas (Metamorfose Ambulante) e Legião Urbana (Monte Castelo).

Velho Chico - Música Original de Tim Rescala

1. Despertar do Velho Chico
2. Águas Cristalinas
3. Alegria no Vilarejo
4. Retirantes
5. Nordeste Medieval
6. Batalha 1
7. O Poder
8. Encantamento
9. Felicidade e Fartura
10. Santo e Maria Tereza
11. O Amor de Luzia
12. Segundo Encanamento
13. Abenção
14. Desafio Agalopado
15. Desolação
16. Esperança e Luta
17. O Velho Chico Com Águas Claras
18. Solidão e Remorso
19. Batalha 2
20. Sombras do Passado
21. O Velho Chico com Águas Turvas
22. Subterrâneos 2
23. No Bar do Chico Criatura
24. Bento e Beatriz
25. Passarinhos

Velho Chico - Volume 1

1. Tropicália – Caetano Veloso
2. Gemedera –  Amelinha
3. Me Leva – Renata Rosa
4. Flor De Tangerina – Alceu Valença
5. Enquanto Engoma A Calça – Ednardo
6. Veja (margarida) – Marcelo Jeneci
7. Como 2 E 2 – Gal Costa
8. L’étranger (forasteiro) – Thiago Pethit Participação Especial: Tiê
9. I-margem – Paulo Araujo
10. Incelença Do Amor Retirante – Xangai Participação Especial: Elomar
11. Serenata (standchen) – Chico César
12. Pot-pourri – Suite Correnteza – Elomar, Geraldo Azevedo, Vital Farias, Xangai (barcarola Do São Francisco / Talismã / Caravana)
13. Triste Bahia – Caetano Veloso
14. Senhor Cidadão – Tom Zé

Velho Chico - Volume 2

1. Mortal Loucura – Maria Bethânia
2. Da Aurora até o Luar – Dadi
3. Não há Cabeça – Pélico
4. A Olhos Nus – Ná Ozzetti e Zé Miguel Wisnik
5. O Ciúme – Caetano Veloso
6. Encarnação – Elba Ramalho
7. Ondas do Mar de Vigo – Fortuna
8. Perfume do Invisível – Céu
9. Réquiem para Matraga – Geraldo Vandré
10. Moça Bonita – Alceu Valença
11. La Belle de Jour – Alceu Valença
12. Um Oh! E um Ah! – Tom Zé
13. Dor e Dor – Tom Zé
14. Vitta, Ian, Cassales – Apanhador Só
15. Coração – Bárbara Eugênia
16. Metamorfose Ambulante – Raul Seixas
17. Monte Castelo – Legião Urbana
18. Meu Primeiro Amor (Lejania) – Maria Bethânia

Livros

Fortuna Crítica

1, mai — 2016

Noveleiro

  • Luis Fernando Verissimo
  • O Globo

“Eu já tentava ver tudo o que Luiz Fernando Carvalho fazia, e não apenas por solidariedade de xará. O que ele está fazendo no Velho Chico ultrapassa tudo o que já fez na TV – com a possível exceção de Os Maias. Ele é incapaz de um enquadramento que não seja perfeito, e teve também o talento de escolher um elenco perfeito.”

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1, out — 2016

Velho Chico reinaugura um desejo de utopia

  • Maria Rita Kehl
  • O Globo

“Que novela extraordinária é Velho Chico. Que bela fotografia em tons de sépia e marrom. Uma novela cor de barro e pó, terra e argila. Nenhum ator é loiro — nem os coronéis. Ninguém tem olhos azuis. O Brasil de Benedito Ruy Barbosa e Luiz Fernando Carvalho é agreste. É pobre, remediado, devastado e esperançoso”

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24, mar — 2016

Velho Chico é um grande momento da teledramaturgia

  • Patricia Kogut
  • O Globo

“O cálculo milimétrico pode ser o maior inimigo da emoção, e essa frase vale para quase tudo. Mas não foi absolutamente o que aconteceu no capítulo de anteontem Velho Chico.. Ao contrário, essas duas forças correram juntas, potencializando a voltagem da ação.

Foi uma construção irrepreensível, um plano urdido e realizado com perfeição pela direção de Luiz Fernando Carvalho. Que lindo momento da dramaturgia.”

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30, mar — 2017

Prêmio Bravo! | Artista do Ano | Luiz Fernando Carvalho

  • Revista Bravo

Luiz Fernando Carvalho recebe o Prêmio Bravo! de artista do ano pela renovação estética no horário nobre.”

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16, mar — 2016

Velho Chico marca posição logo na estreia

  • Cristina Padiglione
  • O Estado de S.Paulo

“A trilha sonora, assim como a fotografia, a direção de atores e todo o trabalho cenográfico fogem da curva desenhada pela indústria da TV.”

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10, dez — 2016

Luiz Fernando Carvalho cria uma nova estética para o horário nobre

  • Sofia Cerqueira
  • Veja Rio

Mesmo marcado por momentos duros, o ano de 2016 teve um significado especial para o diretor. Prestes a rodar A Paixão Segundo G.H., filme inspirado na obra de Clarice Lispector, ele comemorou trinta anos da sua primeira incursão cinematográfica, o curta‑metragem A Espera. Também cravaram-se os quinze anos de Lavoura Arcaica, seu longa de estreia.”

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16, mar — 2016

Lindo capítulo marca a volta do Brasil rural à TV

  • Patricia Kogut
  • O Globo

“A estreia de Velho Chico teve mesmo o selo autoral do seu diretor, Luiz Fernando Carvalho.”

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1, out — 2016

Velho Chico marcou pela ambição estética e a relevância cultural

  • Mauricio Stycer
  • Folha de S.Paulo

Velho Chico é um marco na história recente da TV aberta brasileira. Tanto por seu tema quanto por sua estética, a novela lembrou como a teledramaturgia da Globo, em alguns momentos, é capaz de combinar entretenimento com relevância cultural e propor reflexões sobre a realidade do país.”

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18, mar — 2016

Velho Chico e o Brasil real e o da fantasia

  • Patricia Kogut
  • O Globo

Velho Chico, de alguma forma, trouxe a fábula de volta ao horário nobre. (…) Mas a realização de Luiz Fernando Carvalho faz sonhar. E a história de Benedito Ruy Barbosa tem muitas chances de agradar com essa mistura de realidade árida com estetização.”

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15, mar — 2016

De volta ao folhetim clássico

  • Carla Bittencourt
  • Extra

Velho Chico estreou na noite de ontem cumprindo todos os requisitos de um novelão: cenas belíssimas, direção primorosa, elenco de primeira.”

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30, set — 2016

O maior mérito de Velho Chico foi provocar e estimular o público

  • Nilson Xavier
  • Blog do Nilson Xavier

Velho Chico abriu um precedente dos mais interessantes, que diz muito sobre a televisão moderna e o seu público. Desde sua estreia, a novela dividiu opiniões e provocou discussões. As metáforas propostas no texto de Luperi e Benedito encontraram ressonância na concepção estética do diretor. Luiz Fernando Carvalho ofereceu ao público o respiro ansiado, mas em uma embalagem à qual este público não estava acostumado. (…) É de Boni a frase: ‘A televisão deve andar sempre um passo à frente do público’. Velho Chico foi um bom exemplo.”

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30, set — 2016

Obrigado, Velho Chico

  • Mauricio Stycer
  • UOL

“Há muito tempo uma novela não me impressionava tanto.”

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29, dez — 2016

Quem fez a festa dos telespectadores em 2016

  • Patricia Kogut
  • O Globo

Velho Chico trouxe um vento novo para a faixa das 21h (…) Entre os destaques desse elenco estiveram novatos e veteranos, numa mistura de atores que encantou o público. Domingos Montagner, tragicamente morto perto da locação, impressionou mais uma vez, como o Santo. Marcos Palmeira esteve no melhor papel da sua carreira. Antonio Fagundes, depois de ajustes no personagem, fez um coronel grandioso. Chico Diaz, Lucy Alves, Fabiula Nascimento, Zezita Matos, Christiane Torloni, Julia Dalavia, Renato Góes e tantos outros brilharam.”

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21, abr — 2016

Cultura é estratégica

  • Luciano Alabarse
  • Zero Hora

Velho Chico é deslumbrante, com fotografia e enquadramentos cinematográficos, cores exuberantes e uma história shakespeariana que funciona.”

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28, set — 2016

A Presença incorpórea de Domingos Montagner em Velho Chico

  • Patricia Kogut
  • O Globo

“Nem dublê, nem truques rasteiros. Vítima de uma tragédia que entristeceu o Brasil — e mais ainda a equipe de “Velho Chico” —, Domingos Montagner estava na novela anteontem. Luiz Fernando Carvalho recorreu a uma câmera subjetiva para trazer a presença incorpórea do ator a quase todas as sequências. Era, claro, um recurso técnico. Porém, qualquer caráter racional foi plenamente absorvido pela dramaturgia e dissolvido pela emoção visível que dominou o elenco e alcançou o público. (…) Carvalho chegou perto de fronteiras perigosas e acertou muito mesmo.”

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25, set — 2016

Câmera subjetiva: solução de Velho Chico para Santo é linda

  • Maria Carolina Maia
  • Revista Veja

“Não deve ter sido nada fácil para o elenco de Velho Chico gravar as cenas em que falam com Santo sem que ele, que era interpretado pelo ator Domingos Montagner, morto afogado no rio São Francisco, no último dia 16, esteja de fato lá. Mas o resultado, que começou a ser exibido na noite desta segunda-feira pela Rede Globo, é sublime. (…) Em uma novela em que foi muito criticado pelo tom barroco que imprimiu às imagens e longas tomadas, o diretor Luiz Fernando Carvalho mostrou que, é, sim, um dos mais competentes da Globo”

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30, set — 2016

Velho Chico: cinco motivos que fizeram da novela um marco na teledramaturgia brasileira

  • Vanessa Scalei
  • Zero Hora

“Velho Chico não foi sucesso de audiência, mas ficará marcada por mudar a concepção estética de uma novela da TV aberta.”

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27, set — 2016

A contradição de Velho Chico: novela é finalista ao Emmy mas não cabe no catálogo de vendas internacionais

  • Cristina Padiglione
  • Folha de S.Paulo

“É quase uma contradição que o enredo não tenha apelo internacional e que, inscrito no Emmy Internacional, na categoria de novelas, esteja entre os cinco finalistas”

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6, jul — 2016

Disco Velho Chico 1 dá consistente caldo da música tropicalista do Brasil

  • Mauro Ferreira
  • Blog G1

Feita por Luiz Fernando Carvalho com Marcel Klemm, a seleção musical da novela Velho Chico é uma das melhores do gênero em todos os tempos. E estes 14 fonogramas do primeiro volume da trilha da trama rural oferecem caldo consistente da música tropicalista do Brasil.

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24, jun — 2016

Velho Chico: Uma novela para ver, ouvir e pensar o Brasil

  • Luciana Kraemer
  • Zero Hora

“Mesmo sendo do campo da Comunicação, estudo o gênero informativo – ficção não é minha praia. Mas tenho cá meus argumentos para defender que essa é uma novela que propõe algo de novo ética e esteticamente, e vale ser vista.”

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10, jul — 2016

Velho Chico eleva padrão do gênero e se firma como um grande folhetim da TV

  • Erick Rodrigues
  • Trocando de Canal

“Arrisco dizer que nunca houve um produto como Velho Chico no horário das nove e, a cada nova cena, confesso que fico ainda mais deleitado. É uma novela que propõe ao público um exercício para que nos acostumemos com o melhor, para que elevemos o nosso padrão.”

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Emocionante e primoroso o capítulo de hoje de Velho Chico

  • Jamari França
  • Facebook

“Uma novela entra para a História da teledramaturgia não pela audiência, mas por sua qualidade e esta preenche todos os requisitos. No que me toca mais, a música, nunca vi uma novela com um repertório de tal qualidade e sensibilidade”

3, ago — 2016

Lucy Alves, a Luzia de Velho Chico, é a atual dona da novela

  • Patricia Kogut
  • O Globo

O trabalho de escalação em Velho Chico foi amplo. O produtor Luiz Antônio Rocha buscou atores no Nordeste, Luiz Fernando Carvalho fez exaustivas seleções. O bom resultado está no ar. Aos talentos a que o público de televisão já está acostumado misturaram-se outros, menos conhecidos (como Lucy Alves)”

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7, jun — 2016

Marcos Palmeira se destaca em Velho Chico

  • Patricia Kogut
  • O Globo

“Esse é o melhor trabalho do ator na televisão e um aperfeiçoamento do que ele fez no passado, em outras tramas rurais.”

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19, abr — 2016

Irandhir Santos, um grande ator para prestar atenção

  • Patricia Kogut
  • O Globo

“Agora, mal chegou, já mostrou que Bento não vai ficar atrás. Vale prestar atenção.”

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27, abr — 2016

Zezita Matos e Cyria Coentro, grandes acertos de Velho Chico

  • Patricia Kogut
  • O Globo

“A veterana atriz nascida na Paraíba e mais conhecida por seu trabalho no cinema (“O céu de Suely”, “Baixio das bestas” e “Cinema, aspirinas e urubus”) se destacou nas cenas. Mais que isso. A potência da Piedade de hoje vem do cuidado com que Zezita está honrando a tarefa que recebeu de Cyria. Ambas incorporam o arquétipo da mulher sertaneja. É um trabalho muito bonito e aqui merece elogios ainda a direção de Luiz Fernando Carvalho”

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Imprensa

Principais notícias

1, mar — 2016

O Sertão volta ao horário nobre

  • Marcelo Pinheiro
  • Revista Brasileiros

“A reverência de Zezita a Luiz Fernando reverbera os elogios acumulados na carreira do diretor, de 55 anos, composta de trabalhos televisivos reconhecidos pela exuberância estética e pelo destemor em levar para a tela da TV adaptações de obras literárias de grandes autores, caso das minisséries Os Maias (Eça de Queiroz), Capitu (uma releitura de Dom Casmurro, de Machado de Assis), A Pedra do Reino (Ariano Suassuna) e Alexandre e Outros Heróis, baseada em dois contos de Graciliano Ramos, O Olho Torto de Alexandre e A Morte de Alexandre”

31, jan — 2016

‘A maior função da televisão é formar cidadãos’

  • Lígia Mesquita
  • Folha de S.Paulo

“A função estética é filha da função ética. Não existe o belo só pelo belo. (…) Quando a TV atinge essa função estética, necessariamente dá as mãos para sua responsabilidade. O belo, o bom texto, a boa imagem, a boa música são elementos fundadores de um país. E consequentemente são elementos educativos, mas através da emoção”, Luiz Fernando Carvalho.

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14, mar — 2016

Stanley Kubrick da TV brasileira, diretor Luiz Fernando Carvalho fala sobre a novela

  • Rodrigo Fonseca
  • Ometele

“As rixas entre eles vão se desdobrar dos anos 1960 até os nossos dias, sob a condução de um diretor muitas vezes apelidado de ‘o Stanley Kubrick da TV brasileira’ por seu rigor plástico e por sua busca por expandir as fronteiras de narrativas épicas: Luiz Fernando Carvalho.”

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14, abr — 2016

Amarello visita: Luiz Fernando Carvalho

  • Tomás Biaggi Carvalho
  • Revista Amarello

“A cada obra ele nos apresenta um Brasil profundo, que não costumamos ver, porque conhece a cultura do país em profundidade e tem aval para tal mergulho. Luiz entra de corpo e alma em seu trabalho. Se entrega. Busca a fantasia na verdade e a verdade na fantasia. Ele faz arte brasileira, e toma partido do alcance da televisão para levá-la longe. Porque arte, na verdade, é falar a verdade para si.”

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13, mar — 2016

Nascido para o sertão

  • Cristina Padiglione
  • O Estado de S.Paulo

“Luiz Fernando, diz Benedito, é um diretor capaz de descobrir elementos no texto que nem o próprio autor havia notado. “Sempre me surpreendo vendo o que ele faz com meu texto. Ele só melhora o que tem no papel.”

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30, nov — 2016

Aquarius, Velho Chico, Rita Lee e Montagner levam prêmios da APCA

  • Folha de S.Paulo

“O ator Domingos Montagner (1962-2016), morto em setembro enquanto nadava no rio São Francisco, recebeu o Grande Prêmio da Crítica pelo conjunto da obra. Velho Chico, seu último trabalho na TV, foi laureado como melhor novela. Selma Egrei, que viveu a amargurada Encarnação no folhetim, venceu como melhor atriz”

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13, mar — 2016

Benedito volta ao horário nobre após 14 anos

  • Lígia Mesquita
  • Folha de S.Paulo

Fazendo uma autocrítica à última década, estamos devendo equilíbrio entre o urbano e o Brasil profundo. (…) Como diria Guimarães Rosa, o Brasil é o indizível. Tem dimensão étnica, estética, cultural muito além do que o mercado preconiza“, Luiz Fernando Carvalho.

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25, jul — 2016

É coisa de cinema – Luiz Fernando Carvalho fala sobre a fotografia peculiar da novela Velho Chico

  • Luiz Carlos Merten
  • O Estado de S.Paulo

“O tema é a fotografia de cinema de Velho Chico. (…) até o mais distraído dos telespectadores já se deu conta de que existe algo especial na luminosidade e textura das imagens de Velho Chico.”

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13, mar — 2016

Um outro retrato do Brasil

  • Zean Bravo
  • O Globo

Há milhares de televisores ligados diante de sofás onde pessoas adormecem. Eu lido com a consciência, acredito numa espécie de educação pelos sentidos”, Luiz Fernando Carvalho.

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28, fev — 2016

Atores de Velho Chico fazem experiências em Galpão

  • Lígia Mesquita
  • Folha de S.Paulo

“No galpão, os atores tiveram aulas de prosódia, dança, canto, entre outras, conduzidas por Carvalho e sua equipe de preparadores: Agnes Moço, Antônio Karnewale, Lucia Cordeiro e Tiche Vianna. Também fizeram exercícios com máscaras para trabalhar os arquétipos.(…) Há mais de uma década realizando seus trabalhos dessa maneira, o diretor também enxerga no processo uma luta contra aquilo que define como estagnação e repetição.”

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10, fev — 2016

Próxima novela das nove, Velho Chico, envolve tradições familiares e ecologia

  • Ubiratan Brasil
  • O Estado de S.Paulo

“Arquiteto de formação, mas profundo conhecedor da literatura, Carvalho tornou-se o ourives de um estilo peculiar e precioso. “

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11, mar — 2016

Novela de cinema

  • Vanessa Scalei
  • Diário Catarinense

“O trabalho do Benedito casa muito com o do Luiz Fernando Carvalho (…) neste sentido de ter um texto emocionante com uma proposta estética diferenciada, muito lúdica e lírica”, Nilson Xavier.

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8, mar — 1026

Desejávamos que o país não estivesse tão abandonado

  • Adriana Victor
  • O Dia

“Lido com a consciência, acredito numa espécie de educação pelos sentidos. Quero despertar”, Luiz Fernando Carvalho

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7, ago — 2016

Trilha sonora de Velho Chico vai render três discos

  • João Máximo
  • O Globo

“Poucas vezes se terá investido tanto dinheiro, trabalho e, sobretudo, talento, como na trilha que se ouve nessa história inspirada no Rio São Francisco. Além das canções que novela nenhuma dispensa, há temas incidentais por grupo de câmara ou por orquestra sinfônica. Os responsáveis por tal requinte são: pela seleção das canções, o diretor Luiz Fernando Carvalho, e pela música original, Tim Rescala.”

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30, set — 2016

Diretor de Velho Chico faz álbum para dar à equipe da novela

  • Natália Castro
  • O Globo

“A declaração abre Pequena Sanfona da Memória, encadernação que funciona como uma espécie de álbum de memórias e que será distribuída ao elenco e à equipe técnica da novela Velho Chico

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2, abr — 2016

A lavra que vem da memória

  • Adriana Victor
  • Jornal do Commercio

“A atriz Camila Pitanga afirmou que o processo criativo proposto pelo diretor fez com que ela saísse desse modo de atuação quase autômato e focado para o resultado”

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21, fev — 2016

Velho Chico terá 60% do elenco composto por atores nordestinos

  • Zean Bravo
  • O Globo

Queremos que os nordestinos se sintam representados de forma poética”, Marina Nery.

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6, mar — 2016

Experiência inesquecível

  • Marcio Gonçalves
  • Jornal do Commercio

“Tem a história, o fato de trabalhar com o Luiz e saber que eu ia passar por esse processo”, Rodrigo Santoro

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2, mai — 2016

Renato Góes

  • Gabriela Goulart
  • O Globo

“Para encarar os arquétipos do método Luiz Fernando Carvalho de direção, mergulhou em ‘O poder do mito’, de Joseph Campbell”

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22, mar — 2016

Em Velho Chico, Carol Castro exalta processo criativo de Luiz Fernando Carvalho

  • Luana Borges/TV Press
  • O Fluminense

“O Benedito é quase um patrimônio nacional e o Luiz consegue tirar de nós coisas que  nem imaginávamos ter. (…) Ser dirigida pelo Luiz é como dançar com o invisível”, Carol Castro.

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Estudos acadêmicos

Imaginário e Memória na Tessitura Narrativa da Telenovela “Velho Chico”: as Mediações do Cotidiano

  • Antonio Hélio Junqueira
  • Universidade Anhembi Morumbi
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A Gamificação da narrativa da telenovela em Velho Chico

  • Rosângela Fachel de Medeiros
  • Universidade Federal de Santa Maria
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Eu vi um Brasil na TV”: imaginário e representação do rural na primeira fase da telenovela Velho Chico

  • Antonio Hélio Junqueira
  • Universidade Anhembi Morumbi
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Créditos

Velho Chico novela criada por Benedito Ruy Barbosa. Escrita por Bruno Barbosa Luperi e Edmara Barbosa. Colaboração Luiz Alberto de Abreu. Elenco (Primeira Fase) Rodrigo Santoro, Carol Castro, Selma Egrei, Tarcísio Meira, Rodrigo Lombardi, Chico Diaz, Fabiúla Nascimento, Renato Góes, Julia Dalavia, Cyria Coentro, Julio Machado, Barbara Reis, Pablo Morais, Leopoldo Pacheco, Rafael Vitti, Umberto Magnani, Carlos Betão, Gésio Amadeu, Batoré e Veronica Cavalcanti Elenco (Segunda Fase) Antonio Fagundes, Domingos Montagner, Camila Pitanga, Christiane Torloni, Selma Egrei, Marcelo Serrado, Irandhir Santos, Marcos Palmeira, Dira Paes, Gabriel Leone,  Giulia Buscacio, Zezita Matos, Carlos Vereza, Luci Pereira, Suely Bispo, José Dumont, Marcélia Cartaxo, Gésio Amadeu, Batoré, Xangai, Maciel Melo, Saulo Laranjeira, Luiza Brunet e Juan Alba. Apresentando Lee Taylor, Lucy Alves, Mariene de Castro, Marina Nery, Diyo Coelho, Lucas Veloso, Larissa Goes, Rayza Alcântara e Yara Charry. Cenografia Danielly Ramos. Figurino Thanara Schönardie. Caracterização Rubens Libório. Direção de Fotografia Alexandre Fructuoso. Produção de Arte Myriam Mendes. Artista Plástico Raimundo Rodriguez. Produção de Elenco Luiz Antonio Rocha. Preparação Vocal Agnes Moço. Corpo e Máscaras Tiche Viana. Sensibilização Lúcia Cordeiro. Preparação Física Felipe Aguiar. Coach Infantil Maria Assunção. Trilha Original Tim Rescala. Continuidade Eliane Freitas, Virginia Marinho, Claudia Lima, Regina Wygoda e Karen Marmello. Edição Iury Pinto. Colorista Sergio Pasqualino. Câmeras Leandro Pagliaro, Murilo Azevedo, Lucio Sibaldi, Cristiano de Andrade Barroso, Thelso Gaertner, Tito Livio e Daniel Primo. Produção Executiva Alexandre Scalamandré (Primeira Fase) e Barbara Monteiro (Segunda Fase) . Direção Geral Luiz Fernando Carvalho. Equipe de Direção Carlos Araújo, Gustavo Fernandes, Phlippe Barcinski e Antonio Karnewale. Assistentes de Direção Manuh Fontes, Guilherme Azevedo, Seani Soares e Mariana Duarte. Direção Artística Luiz Fernando Carvalho.