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Sinopse

Omar e Yaqub são gêmeos. Idênticos na aparência e separados pelo amor desmedido de uma mãe. O épico familiar, que espelha a história do Brasil é narrado por Nael, o filho da empregada indígena da casa, Domingas.

Zana é órfã de mãe e filha do libanês Galib, dono do restaurante Biblos, em Manaus. Ela se casa com um dos frequentadores mais assíduos, o mascate Halim, que a conquista depois de declamar um gazal, poemas árabes de amor ancestrais, no salão na frente de todos os fregueses. Eles se casam e passam a morar no sobrado de Galib, por exigência de Zana, que logo avisa: quer 3 filhos, embora ele não desejasse ter nenhum. Nascem os gêmeos idênticos Omar, este de saúde mais frágil, e Yaqub e a caçula Rânia. O amor desmedido da mãe pelo gêmeo caçula constrói um abismo entre os dois irmãos, sem que Zana perceba o rancor que planta no coração de Yaqub. Aos 12 anos, eles se apaixonam por Lívia, e numa sessão de cinematógrafo na casa de vizinhos, Yaqub beija a menina. Omar, desnorteado de ciúmes, quebra uma garrafa e corta o rosto de Yaqub. Os gêmeos são, enfim, diferenciados pela tragédia. Agora Yaqub está marcado por uma cicatriz. a reconciliação – o maior sonho de Zana – jamais acontecerá.

A tragédia leva Halim a tomar a decisão de mandar os dois filhos para sua terra natal, no Sul do Líbano. Na despedida, Zana não deixa Omar, o filho que para ela seria o mais frágil, partir.

Yaqub, sem olhar para trás e ciente da escolha da mãe, viaja sozinho. Os anos que passará longe da família reforçam questões existenciais e o modificam de maneira irreversível. Ele volta cinco anos depois, com roupas surradas, ainda mais distante da família. Logo vai estudar em São Paulo, onde se torna engenheiro e se casa com Lívia. Omar mal termina o colégio e passa noites movido a bebida, poesia e mulheres, sempre cercado pelo amor desmedido da mãe, enquanto Halim vai se recolhendo, aos poucos, e se tornando melancólico conforme assiste a decadência de Manaus e o drama de sua própria família.

Visão do diretor

Por Luiz Fernando Carvalho

Dois Irmãos  é um épico familiar, um drama de enormes proporções emocionais, capaz de gerar um álbum de família que espelha a própria História do Brasil, suas alegrias e seus retrocessos. É uma obra com camadas sociológicas, antropológicas e históricas, tudo isso rebatido na mesa de jantar de uma família de imigrantes libaneses, no odor dos quartos, na força e sensualidade de uma mãe, no afeto desmedido por um de seus filhos, nos ciúmes dos outros membros da família e nas perdas que o tempo nos revelam . É um Brasil em formação, composto pelos sonhos, mas também pela força de trabalho e a cultura dos imigrantes, índios, caboclos e brasileiros vindos dos quatro cantos do país, todos em busca da promessa já desfeita de um eldorado amazônico.

Processo Criativo

Preparação de elenco

Vídeos

Prêmios

Troféu APCA

Melhor Diretor – Luiz Fernando Carvalho
Melhor Atriz – Juliana Paes

F5 – Folha de S.Paulo

Melhor Minissérie – Dois Irmãos (indicado)
Melhor Ator – Cauã Reymond

Contigo

Melhor Série – Dois Irmãos (indicado)
Melhor Atriz de Série – Eliane Giardini (indicada)
Melhor Ator de Série – Cauã Reymond

Livros

Fortuna Crítica

12, jan — 2017

“Dois Irmãos”: uma minissérie para assistir com muita atenção

  • Vanessa Scalei
  • Zero Hora

“Dois Irmãos é mais uma prova de que o diretor sempre consegue entregar uma obra densa, bem produzida e com apuro estético pouco comum na televisão brasileira. (…) Dois Irmãos tem um narrativa que exige atenção plena do público”

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9, jan — 2017

‘Dois Irmãos’ tem adaptação sensível e poética na Globo

  • Meire Kusumoto
  • Revista Veja

“Carvalho volta a exibir seu estilo teatral, sensível e poético na adaptação “

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13, jan — 2017

A teatralidade que faz de ‘Dois Irmãos’ uma obra prima da televisão

  • Edianez Parente
  • The Huffington Post

“A teatralidade que faz de ‘Dois Irmãos’ uma obra prima da televisão. (…) Dois Irmãos, a minissérie da TV Globo em dez capítulos adaptada do consagrado livro homônimo de Milton Hatoum, tem a grandiosidade que um épico que se passa no Amazonas requer”

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21, jan — 2017

Enquanto Netflix avança na conquista do mundo, Globo mostra suas armas

  • Folha de S.Paulo

“A minissérie “Dois Irmãos”, encerrada nesta última sexta-feira, é de uma qualidade espantosa para quem tem acesso apenas à TV aberta no Brasil.”

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23, jan — 2017

Dois Irmãos: arqueologia da memória, alegoria da destruição

  • Ilana Feldman
  • Bravo

“Dois Irmãos, sua mais recente obra, transcriação para o audiovisual, a partir do roteiro de Maria Camargo, do romance homônimo de Milton Hatoum, pode ser desde já compreendida como uma arqueologia da memória, das ruínas, dos vestígios de palavras e imagens, sonhos e promessas, que se acumularam ao longo do século 20 no Brasil.”

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23, jan — 2017

Análise: A fantástica experiência de Luiz Fernando Carvalho em Dois Irmãos

  • Sergio Motta
  • O Estado de S.Paulo

“Luiz Fernando Carvalho é realmente um gênio, uma exceção diante da mediocridade que impera na TV. A volta dele ao cinema é mais que urgente, por mais que na TV ele também faça cinema.”

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9, jan — 2017

Arquétipos e epifanias em “Dois Irmãos”

  • Carlos Alberto de Mattos

“(…) estamos vendo, todo o tempo, não um espelho realista, mas uma representação exuberante, uma saga mítica, uma obra de arte.”

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10, jan — 2017

‘Dois Irmãos’ é a versão Amazônica de Caim e Abel

  • Rodrigo Fonseca
  • O Estado de S.Paulo

“Pontuada por frases quase filosóficas sobre a fala por vezes gaga do Tempo (outro muso de Carvalho), a versão de Maria Camargo para o romance de Hatoum deixa transbordante para o olhar quase teológico do aclamado diretor uma dimensão bíblica de fraternidade em fúria, cindida na ponta da faca do ressentimento.”

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8, jan — 2017

‘Dois Irmãos’ faz o ano começar bem

  • Patricia Kogut
  • O Globo

“A série é um trabalho para ser louvado, uma grande contribuição de Carvalho para a televisão brasileira”

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21, jan — 2017

O som e a fúria em ‘Dois Irmãos’

  • Luiz Zanin
  • O Estado de S.Paulo

“Uma história bem contada fala de si mesma e também de outras coisas. Esta nos falou do Brasil, de sua utopia frustrada de nação multiétnica, sensual e feliz. Um fino biscoito oferecido ao público, e que vai deixar saudades”

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6, jan — 2017

“Em duas palavras: não perca”

  • Cristina Padiglione
  • Telepadi

9, jan — 2017

“Dois Irmãos” transmite em belas imagens um crescente clima de tragédia

  • Nilson Xavier
  • UOL

“(A minissérie) tem a assinatura de Luiz Fernando Carvalho, o que – já sabemos – significa esmero na estética, fotografia, tomadas, trilha sonora e direção de atores.(…) Quem conhece a obra de Luiz Fernando Carvalho sabe que cada produção sua é única, mesmo dentro de seu estilo característico de direção”

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22, jan — 2017

Crítica: Dois Irmãos

  • Blog Odisseia

“A imagem é o que ele tem de mais poderoso, e a utiliza de forma lírica e orquestral. É como se fosse o maestro de uma ópera a cada frame, a cada simples cena, a cada diálogo infame”

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10, jan — 2017

Dois Irmãos | Nova minissérie da Globo estreia com imagens belíssimas sob uma direção impecável

  • Site Omelete

O belíssimo trabalho de Luiz Fernando Carvalho soa sempre como uma pintura expressionista – pode-se não entender de cara, não vai te fazer pular do sofá, mas te torna mais culto só de olhar para ela.

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23, jan — 2017

Pontos altos e baixos da minissérie Dois irmãos

  • Adriana Izel
  • Correio Braziliense

Dois irmãos é uma ótima adaptação, além disso, serve para mostrar que a tevê aberta ainda tem fôlego para fazer boas produções.

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9, jan — 2017

Dois Irmãos retoma antigo projeto artístico de Luiz Fernando Carvalho e tem primeiro capítulo deslumbrante

  • André Santana
  • Observatório da Televisão

“Dois Irmãos retoma antigo projeto artístico de Luiz Fernando Carvalho e tem primeiro capítulo deslumbrante”

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12, jan — 2017

Em adaptação de ‘Dois irmãos’ para TV, Luiz Fernando Carvalho transforma prosa de Milton Hatoum em poesia

  • Vera Ceccarello
  • Opera Mundi

6, jan — 2017

Dois Irmãos: mais um recorte do Brasil profundo

  • Bruno Viterbo
  • Blog TrendR

“Dois Irmãos é (mais) um retrato do Brasil profundo, do Brasil interior, que Luiz Fernando Carvalho tanto busca”

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14, jan — 2017

Dois irmãos: A escolha de Zana

  • Alana Freitas
  • Blog Entretelas

“A série Dois Irmãos, adaptação do romance homônimo (2000, Prêmio Jabuti em 2001) de Milton Hatoum pelas mãos de Maria Camargo, apresenta-se como mais uma produção de altíssima qualidade de uma obra literária vertida para as telas da televisão.”

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11, jan — 2017

Dois Irmãos: A história que extrapola as páginas

  • Jessica Carvalho
  • Blog Extraliterário

“Adaptações de obras literárias podem decepcionar. Não é o caso do que foi feito com Dois Irmãos”

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21, jan — 2017

Intensa e inquietante, Dois Irmãos fisga o público, a crítica e prova que não é preciso ritmo frenético para fazer sucesso

  • André Santana
  • Observatório da Televisão

21, jan — 2017

Nilson Xavier: Mais do que atenção, “Dois Irmãos” exigia o mínimo de influências externas

  • Nilson Xavier

Mais do que atenção, “Dois Irmãos” exigia o mínimo de influências externas

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13, jan — 2017

A ‘lavoura amazonense’ de Luiz Fernando Carvalho

  • Cristiane Guzzi
  • Revista Caju

“O que parece diferenciar Carvalho é o estabelecimento de um estudo aprofundado da obra, da crítica, da tradição, e, principalmente, das reverberações que a produção dos escritores selecionados produzem no cenário ficcional.”

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Dois Irmãos: Luiz Fernando Carvalho faz Poesia da obra de Hatoum

  • Blog Aurora de Cinema

“Ganhou Hatoum, ganhamos nós com esta Jóia da Teledramaturgia que é a minissérie DOIS IRMÃOS.”

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23, jan — 2017

“Se tivesse final feliz, ‘Dois Irmãos’ não seria romance, mas autoajuda”

  • Mauricio Stycer
  • UOL

“Ela (Eliane Giardini) teve a coragem de abandonar o medo, a vaidade, todas essas besteiras, e mergulhou numa zona de risco muito delicada. E me emocionou muito”

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11, dez — 2018

APCA elege os melhores da TV em 2017; A Força do Querer e Sob Pressão são destaques

  • Gabriel Vaquer

“A primeira foi a novela A Força do Querer, de Gloria Perez, que venceu nas categorias de Melhor Novela e Juliana Paes como Melhor Atriz, pelas interpretações de Bibi Perigosa e Zana de Dois Irmãos. (…) A crítica paulista também celebrou como Melhor Diretor Luiz Fernando Carvalho, pelo seu trabalho no seriado Dois Irmãos, exibido em janeiro pela Globo.”

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28, dez — 2017

Um ano fértil em que a televisão reafirmou sua relevância

  • Patricia Kogut
  • O Globo

“Ainda na teledramaturgia, Dois Irmãos abriu muito bem o ano, com a grande adaptação de Maria Camargo e Luiz Fernando Carvalho do livro de Milton Hatoum. Cauã Reymond, Eliane Giardini, Irandhir Santos, Antonio Calloni e outros se destacaram”

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31, dez — 2017

Retrospectiva 2017: Na TV aberta, novelas recuperam a boa audiência

  • Adriana Del Ré
  • O Estado de S.Paulo

“O ano tinha começado com a impactante história de Dois Irmãos, baseada no livro de Milton Hatoum, com direção de Luiz Fernando Carvalho, sobre os irmãos gêmeos Yaqub e Omar, cuja relação é marcada por ódio e rancor. O elenco garantiu belas atuações, em especial os atores Cauã Reymond e Juliana Paes. Aliás, vale aqui o parênteses: este foi o ano de Juliana Paes”

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30, dez — 2017

Minha lista do ano

  • Cristina Padiglione
  • Folha de S.Paulo

“Minissérie com acabamento primoroso para uma história perturbadora, que nos levou até a chuvosa Manaus, região tão pouco visitada pela TV, com interpretações magistrais de Cauã Reymond, Antonio Fagundes, Eliane Giardini e Juliana Paes”

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22, dez — 2017

Top 10: Dois Irmãos, Sob Pressão e outros oito bons momentos da TV em 2017

  • Mauricio Stycer

“Adaptação de um livro que já tem estatura de clássico, “Dois Irmãos” chegou à Globo pelas mãos de Luiz Fernando Carvalho, um dos mais inquietos e inventivos diretores da televisão, e da roteirista Maria Camargo. O romance de Milton Hatoum, que já tinha sido adaptado para teatro e até HQ, ganhou nova vida na minissérie. O elenco, com Antonio Calloni, Juliana Paes, Eliane Giardini e Cauã Reymond (no papel dos gêmeos Yakub e Omar), emocionou pela entrega em cena.”

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3, jan — 2018

Prêmio F5: conheça os vencedores de 2017

  • Folha de S.Paulo

“Por seu papel na minissérie “Dois Irmãos”, Cauã Reymond foi consagrado melhor ator de série.”

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Imprensa

Principais notícias

14, jan — 2017

Há um rebaixamento cultural, diz diretor Luiz Fernando Carvalho

  • Ligia Mesquita
  • Mauricio Meirelles
  • Folha de S.Paulo

“Houve um rebaixamento cultural muito grande. O público perdeu essa referência. E não só o público da TV, mas a população com um todo. Perdeu-se a noção do poder inventivo da alta literatura” (Luiz Fernando Carvalho)

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18, jan — 2017

A linguagem como sonho

  • Almir de Freitas
  • Bravo

“Somos um país profundo, e seguir investigando criativamente este subsolo me interessa.”(Luiz Fernando Carvalho)

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9, jan — 2017

Luiz Fernando Carvalho transpõe cuidadosamente para a TV a saga de ‘Dois Irmãos’

  • Estadão

“Acho que, no meu ofício, o que faço é cotejar com a literatura. A linguagem do livro já não é linear, e eu tenho a impressão de que, embora tenhamos todos esses personagens – pai, mãe e filhos -, existem outros personagens, e são os que mais me interessam como narrador. A memória. O tempo” (Luiz Fernando Carvalho)

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12, jan — 2017

‘A gente precisa deixar o ego em casa’, diz Eliane Giardini sobre ‘Dois irmãos’

  • Zean Bravo
  • O Globo

“A gente mergulhou por inteiro e fez um trabalho de vivência dos personagens meses antes das gravações. Foram muitas horas de improvisações, ensaiamos com os olhos vendados. Eu, Juliana e Gabriella fomos improvisando juntas a nossa Zana. Você precisa arregaçar as mangas e deixar o ego em casa para topar esse tipo de trabalho” (Eliane Giardini)

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9, jan — 2017

Minissérie ‘Dois irmãos’ tem início hoje; Cauã Reymond é o protagonista

  • Nahima Maciel
  • Correio Braziliense

“A missão maior dos veículos de massa hoje é a de criarmos não somente consumidores, mas de abraçarmos, numa busca constante, a reflexão de que o entretenimento não se basta com seus lucros, ele precisa ir além. Sua missão deve ser maior. Mesmo sem abrir mão de lucro algum, se faz necessário abraçar esta missão maior, que é a de formar cidadãos.” (Luiz Fernando Carvalho)

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9, jan — 2017

“Dois Irmãos” supera o desafio de adaptar um ótimo livro e voa alto na TV

  • Mauricio Stycer
  • UOL

O diretor prossegue, em breve depoimento ao blog: “É também uma história sobre a finitude das coisas, o cruzamentos dos afetos que resistiram ao tempo que, como um rio, não cansa de passar. Uma tentativa de narrar a memória e o tempo que passa como um personagem diante de tudo isso que já se foi”.

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12, jan — 2017

‘Dois irmãos’ é sobre o colapso de uma família. Mas também de um projeto de país.

  • NEXO

“É importante perceber que, enquanto a literatura brasileira ganha relevância e contundência ao migrar para a TV, a própria TV ganha também enorme prestígio artístico ao valorizar um produto literário nacional, ainda mais sob a marca e o estilo barroco, marcado pelo acúmulo de elementos e alta intensidade, do Luiz Fernando Carvalho” (Ilana Feldman)

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6, dez — 2016

Milton Hatoum descreve seu espanto com a minissérie ‘Dois Irmãos’, que estréia em janeiro

  • Ubiratan Brasil
  • O Estado de S.Paulo

“Milton Hatoum descreve seu espanto com a minissérie ‘Dois Irmãos’, que estreia em janeiro. Escritor e colunista do ‘Estado’ fala sobre a criteriosa direção de Luiz Fernando Carvalho”

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9, jan — 2017

Fotógrafo lança livro sobre processo criativo da minissérie Dois Irmãos, da TV Globo

  • Juan Gabriel
  • A Critica

“A proposta era realizar um ensaio fotográfico em movimento, mostrando as diversas etapas da composição dos personagens, que posteriormente deu vida ao livro.”

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9, jan — 2017

Fotógrafo registra o intenso processo de ensaio da série ‘Dois Irmãos’

  • Ubiratan Brasil
  • O Estado de S.Paulo

Colaborador próximo do encenador, conhecedor de sua refinada técnica e originalidade, Leandro Pagliaro selecionou mais de 100 retratos para compor o livro Fotografias – O Processo Criativo dos Atores de ‘Dois Irmãos’, lançado agora pela Bazar do Tempo” (Ubiratan Brasil)

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13, jan — 2017

“Dois Irmãos”: livro registra cenas da preparação do elenco da minissérie

  • Roger Lerina
  • Zero Hora

“O diretor de televisão e cinema Luiz Fernando Carvalho é respeitado, entre outros atributos, pelo preciosismo técnico e pesquisa teórica e estética com que concebe suas produções — e que posteriormente refletem-se na qualidade do trabalho exibido na tela” (Roger Lerina)

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26, jan — 2017

Dois em um

  • Monica Bergamo
  • Folha de S.Paulo

“Os atores Juan Alba e Eliane Giardini estiveram no lançamento dos livros “Fotografias – O Processo Criativo dos Atores de ‘Dois Irmãos'” e “Caderno Globo – Assista a Esse Livro”, no domingo (22), na Livraria Cultura. Também passaram por lá o diretor da série, Luiz Fernando Carvalho, e a jornalista Maju Coutinho, que foi com o marido, o publicitário Agostinho Moura”

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23, jan — 2017

Eliane Giardini se emociona ao falar de Zana: ‘diretor bota a rede e diz: ‘pula!’

  • Cristina Padiglione

“Improvisação para mim sempre foi muito difícil de fazer. (…) Era uma coisa que me bloqueava. Mas a gente encontrou uma forma muito boa de fazer. O Luiz me colocou vendas nos olhos. Foi a maior libertação da minha vida. (…) Um sentimento de ter um diretor que (…) bota uma rede de segurança e te fala: pula”

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7, jan — 2017

Eliane Giardini volta à televisão em Dois Irmãos

  • Ligia Andrade
  • Contigo

“Luiz Fernando é de uma fidelidade absoluta ao processo dele, só foi refinando ao longo dos anos. Sempre foi assim. Tem esse rigor todo, mas faz uma cena média virar antológica. Ele te leva para além da exaustão, da tua crítica. E é aí que saem coisas interessantes”

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8, jan — 2017

Cauã Reymond fala da sua entrega para viver os gêmeos de ‘Dois irmãos’

  • Zean Bravo
  • O Globo / Segundo Caderno

Luiz não trabalha na zona do realismo, vai no íntimo, no seu desamparo. A gente precisa arregaçar as mangas e deixar o ego em casa”

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18, dez — 2017

Adaptação de ‘Dois irmãos’, de Milton Hatoum, estreia após 14 anos no papel

  • Laura Lewer

“Hatoum palestrou sobre o livro para mais de cem pessoas da equipe e Luiz Fernando Carvalho propôs uma série de conversas e debates. “Eu acho incrível o trabalho do Luiz Fernando. Ele me bombardeou de perguntas sobre todos os personagens e convidou vários professores, historiadores, críticos literários, psicanalistas. É muito minucioso”, conta o autor”

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6, fev — 2017

Quem são os jovens atores de Dois Irmãos?

  • Revista Veja

“A Globo estreou nesta segunda-feira a minissérie Dois Irmãos. Baseada no livro de Milton Hatoum, o programa traz uma adaptação fiel com o belo e poético estilo do diretor Luiz Fernando Carvalho (Velho Chico).”

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12, jan — 2017

Nota 10

  • Patricia Kogut
  • O Globo

Para a escalação de “Dois irmãos” (Luiz Antônio Rocha fez a produção do elenco). Por exemplo, os gêmeos de Matheus Abreu impressionam pela semelhança com Cauã Reymond. Que bom trabalho.”

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11, jan — 2017

Nota 10

  • Patricia Kogut
  • O Globo

Para Maria Camargo e Luiz Fernando Carvalho, Cauã Reymond, os Antonios Calloni e Fagundes, Juliana Paes e Eliane Giardini, e para todos os envolvidos na estreia linda de “Dois irmãos”. Que série maravilhosa.”

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Créditos

Dois Irmãos a partir do romance homônimo de Milton Hatoum com Cauã Reymond, Antonio Fagundes, Antonio Calloni, Eliane Giardini, Juliana Paes, Irandhir Santos, Michel Melamed, Maria Fernanda Cândido, Emilio Orciollo, Silvia Nobre, Munir Pedrosa, Sami Bordokan e Tufic Nabak. Apresentando Ryan Soares, Gabriella Mustafá, Bruna Karam, Matheus Abreu, Barbara Evans, Bruno Anacleto e Zahy Guajajara. Ator convidado Mounir Maasri, Ary Fontoura, Viviane Pasmanter e Carmen Verônica. Crianças Lucas e Mateus Dantas Escrito por Maria Camargo. Cenografia Juliana Carneiro, Claudio Duque, Danielly Ramos e Mariana Villas-Bôas. Figurino Thanara Schonardie. Contra mestre Maria Madalena, Direção de fotografia Alexandre Fructuoso. Produção de arte Marco Cortez e Myriam Mendes. Produção de elenco Luiz Antonio Rocha. Coreografia Cristina Antoniadis, Tufic Nabak e Elaine Rollemberg. Instrutor de dramaturgia Agnes Moço, Lucia Cordeiro e Tiche Vianna Prosódia árabe Mounir Maasri. Produção musical Tim Rescala. Caracterização Rubens Libório. Edição e finalização Iury Pinto e João Marins. Colorista Sergio Pasqualino. Diretor assistente Antonio Karnewale. Assistentes de Direção Mariana Betti, Raquel Couto, Gabriele Dracxler e Bernardo Sá. Direção geral e artística Luiz Fernando Carvalho